Leonardo Duarte
Marketing e Comunicação pelo IBMR-RJ, MBA em Tráfego Pago.
Agência completa, com estratégia avançada do plano ao anúncio. Menos promessa, mais entrega.
+200 matrículas em uma campanha para o Colégio Força MáximaResultado se mede. Toque e veja o case por trás de cada número.
Post bonito sem estratégia é lâmpada acesa de dia. Aqui cada peça tem um porquê, um público e um número para bater.
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Fazer diagnósticoCinco etapas ligadas na mesma corrente, do raio-x ao resultado medido.
Estratégia avançada, criação, mídia e tecnologia nas mãos de quem tem resultado comprovado. Os sócios lideram cada projeto de perto.
Marketing e Comunicação pelo IBMR-RJ, MBA em Tráfego Pago.
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Liderança comercial e gestão de três empresas.
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Com a proibição das bets, camisas, placas e transmissões voltam ao mercado. Veja como uma marca média pode avaliar o patrocínio esportivo.
Desde 5 de outubro, as casas de apostas não podem mais anunciar nem patrocinar no Brasil. A Medida Provisória 1.394/2026, assinada em 25 de setembro, proibiu a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade de apostas de quota fixa, como mostrou o Lance!. A MP já tem força de lei, mas ainda precisa passar pelo Congresso, e clubes contestam a medida no STF.
Para o futebol, o impacto é grande. Para outras marcas, pode ser uma oportunidade.
Em artigo de opinião publicado no Meio & Mensagem em 27 de outubro, Edu Sani, CEO da AdsPlay, reúne os números: as 15 maiores bets investiram R$ 2,97 bilhões em publicidade no Brasil em 2025, 42% a mais que no ano anterior, segundo a Ibope Advertising Intelligence. De janeiro a agosto de 2026, foram R$ 542 milhões só em TV aberta.
Camisas, placas de campo, transmissões e ações digitais que estavam com as bets voltam a ser vendidas. Segundo o Lance!, o presidente do Flamengo estimou impacto de R$ 400 milhões na receita do clube, e o do Fluminense, mais de R$ 100 milhões.
A tese do artigo: nenhum anunciante sozinho vai cobrir o buraco deixado pelas bets. A demanda tende a ficar mais pulverizada, e clubes, campeonatos e detentores de direitos vão precisar vender esse espaço como mídia, com formato, preço, métricas e entrega claros. Isso abre caminho para pacotes menores e mais pontuais, em vez de grandes contratos de patrocínio.
Vale lembrar que o texto é a opinião de quem trabalha vendendo mídia. Ainda não existe uma tabela de preços nova, e ninguém pode garantir que vai ficar barato. O que dá para dizer é que a negociação tende a ficar mais aberta.
Para a maioria das empresas, a porta de entrada não é a camisa de um time da Série A. Pode ser:
Aparecer no futebol pode trazer visibilidade e simpatia. Mas sem identidade clara e sem ligação com o digital, a marca vira só mais um nome na placa. Quem planejar a presença no esporte com objetivo e métrica vai aproveitar melhor esse momento.
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Leia também: 7 sinais de que a sua marca precisa de um rebranding e Quanto investir em tráfego pago? Um jeito simples de chegar no número certo.
Fontes: Meio & Mensagem, 27/10/2026 (artigo de opinião, dados Ibope Advertising Intelligence); Lance!, 03/10/2026.
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