Leonardo Duarte
Marketing e Comunicação pelo IBMR-RJ, MBA em Tráfego Pago.
Agência completa, com estratégia avançada do plano ao anúncio. Menos promessa, mais entrega.
+200 matrículas em uma campanha para o Colégio Força MáximaResultado se mede. Toque e veja o case por trás de cada número.
Post bonito sem estratégia é lâmpada acesa de dia. Aqui cada peça tem um porquê, um público e um número para bater.
A gente mostra o que tem orgulho de assinar.
Posts reais que a Watts criou e publicou para as marcas.
Toque numa frente e veja o que entra.
Não sabe por onde começar? A gente monta a combinação certa.
Fazer diagnósticoCinco etapas ligadas na mesma corrente, do raio-x ao resultado medido.
Estratégia avançada, criação, mídia e tecnologia nas mãos de quem tem resultado comprovado. Os sócios lideram cada projeto de perto.
Marketing e Comunicação pelo IBMR-RJ, MBA em Tráfego Pago.
Publicidade pela ESPM, MBA em Gestão pela USP e base em mecatrônica.
Liderança comercial e gestão de três empresas.
Sua empresa precisa de um raio com ideias brilhantes e resultados reais!
Três toques. Um sócio responde no mesmo dia útil.
Outdoor, painel de LED, ponto de ônibus e elevador: veja faixas de preço, onde anunciar no Rio, quanto tempo deixar no ar e como medir o retorno do OOH.
Um outdoor estático custa, como referência nacional, de R$ 1.500 a R$ 5.000 por bissemana (14 dias), sem contar a impressão da lona ou do papel. Painel de LED fica entre R$ 2.000 e R$ 8.000 por período, e front light e backlight vão de R$ 4.000 a R$ 15.000 por mês, segundo o guia de preços da exibidora Mídia10 OOH. No Rio, pontos de grande fluxo na Zona Sul, na Barra e nas vias expressas costumam ficar acima dessas faixas. O valor certo sai do trajeto do seu público, do tempo no ar e de como você vai medir o resultado. Abaixo, a conta por formato e por região.
A mídia exterior está crescendo mais rápido que o resto do mercado. No primeiro semestre de 2026, o OOH movimentou R$ 1,857 bilhão em compra de mídia pelas agências, alta de 30% sobre o mesmo período de 2025, segundo o Painel Cenp-Meios publicado pelo Meio & Mensagem. A fatia do meio chegou a 13,4% do total, atrás só da internet e da TV.
O motivo é simples: o painel de rua alcança quem não está procurando a sua marca e ajuda o anúncio digital a ser reconhecido depois. Para empresa local, que vende num raio de poucos quilômetros, isso vale ouro. Mas só funciona com ponto escolhido pelo trajeto do cliente e com um jeito de medir.
A tabela abaixo junta as referências públicas de preço e o que costuma pesar em cada formato. Use como ponto de partida para pedir cotação, e não como preço fechado: cada exibidor tem a sua tabela e os pontos premium do Rio cobram mais.
| Formato | Referência de preço | Ciclo mínimo comum | Para quem serve |
|---|---|---|---|
| Outdoor estático (9 x 3 m) | R$ 1.500 a R$ 5.000 por bissemana, mais R$ 450 a R$ 900 de produção em papel | 14 dias | Lançamento, oferta sazonal, negócio de bairro |
| Front light e backlight | R$ 4.000 a R$ 15.000 por mês | 1 mês | Marca que quer presença fixa em via de grande fluxo |
| Painel de LED | R$ 2.000 a R$ 8.000 por período, conforme inserções no loop | Semanas ou mês | Quem quer trocar a mensagem durante a campanha |
| Abrigo de ônibus e relógio de rua | Sob cotação, vendido em pacotes de faces | 2 a 4 semanas | Varejo, serviço de bairro, clínica, escola |
| Elevador (residencial ou comercial) | Sob cotação, vendido por número de telas e semanas | 4 semanas | Delivery, serviços para casa, B2B em prédios comerciais |
| Metrô, trem e BRT | Sob cotação, por estação ou linha | 2 a 4 semanas | Educação, saúde, varejo popular, eventos |
Fonte das faixas de outdoor, LED e front light: Mídia10 OOH (2026). Os demais formatos não têm tabela pública consolidada para o Rio: peça o mídia kit do exibidor da região.
Três custos ficam fora da locação e aparecem depois na conta:
Se você trabalha com apostas, a resposta é outra: o Decreto Rio nº 58.274, de julho de 2026, proibiu publicidade de bets em mídia exterior e mobiliário urbano da cidade.
O erro mais comum é escolher o ponto pelo bairro onde fica a empresa. O ponto certo fica no caminho que o seu cliente faz todo dia. Um mapa rápido da cidade:
| Região | Onde costuma estar o fluxo | Bom para |
|---|---|---|
| Zona Sul | Rua, abrigo de ônibus e elevador residencial. Parte da região tem regras de paisagem mais rígidas, com menos espaço para outdoor | Clínica, estética, restaurante, educação, serviço premium |
| Barra e Recreio | Avenidas largas, vias de acesso e shoppings. Morador vive de carro | Imobiliário, escola, academia, concessionária, saúde |
| Centro | Metrô, VLT, prédios comerciais | B2B, cursos, serviços para quem trabalha no Centro |
| Zona Norte | Avenidas principais, trem, BRT e ônibus | Varejo, educação, saúde popular, eventos |
| Niterói | Acessos da Ponte Rio-Niterói e corredores do centro e da Região Oceânica | Marca que atende as duas cidades ou quer entrar em Niterói |
Antes de fechar, pergunte ao exibidor três coisas: o fluxo estimado do ponto (pessoas ou veículos), o sentido de leitura (quem vai e quem volta) e o que está ao lado. Um painel bonito escondido atrás de outro maior não entrega nada.
Na Zona Sul e no Centro, o Rio tem desde 2012 uma zona de preservação paisagística que limita outdoor e letreiro, como contou o Meio & Mensagem. Por isso, ali o mobiliário urbano e o elevador costumam ser o caminho.
OOH precisa de repetição. Uma única bissemana serve para avisar de algo com data marcada, como inauguração, matrícula ou promoção de fim de semana. Para construir lembrança de marca, o mais comum é planejar pelo menos 4 semanas seguidas, e os exibidores costumam dar desconto em pacotes de várias bissemanas.
Uma conta de exemplo, com números ilustrativos para uma empresa local:
Agora compare com quantos clientes novos você precisa para pagar essa conta. Se o ticket médio é de R$ 500 e a margem é de 40%, a campanha precisa trazer cerca de 82 vendas para empatar. Se esse número parece impossível, o problema pode ser o formato, o ponto ou a falta de uma oferta clara. Essa lógica é a mesma que usamos em Quanto investir em tráfego pago?.
Sobre a criação, a regra é ler em 3 segundos: uma mensagem, a marca grande, um único chamado. Telefone com 11 dígitos, endereço completo e lista de serviços não cabem num painel visto do carro.
O argumento contra o OOH sempre foi "não dá para medir". Dá, se a medição estiver no plano antes da peça ir para a rua:
Nenhuma dessas medidas é perfeita sozinha. Juntas, mostram se o painel mudou o comportamento do público.
O painel apresenta a marca. O digital fecha a venda. A forma mais eficiente de usar OOH em empresa local é combinar os dois:
Separe a verba das duas frentes desde o início. Se você ainda não sabe quanto do orçamento vai para a agência, para a mídia e para os impostos, veja Quanto custa uma agência de marketing no Rio em 2027.
A Watts conhece o OOH dos dois lados do balcão. Criamos marca, site e material comercial para exibidores do Rio, como a Especial Mídia, a Lux Mídia e a Easy Publicidade. E cuidamos das redes do AJ Podcast, programa ligado ao mercado de mídia exterior que passou de 350 mil inscritos no YouTube. Em tráfego pago, nossas campanhas somam mais de 100 mil leads para clientes de vários segmentos. É essa soma que levamos para o plano de quem quer anunciar na rua: ponto escolhido pelo trajeto, peça que se lê em 3 segundos e digital rodando junto.
Quer montar um plano de OOH que converse com o seu Instagram, o Google e o WhatsApp? Faça o diagnóstico gratuito da Watts: em 2 minutos você vê o que está travando o seu resultado e recebe uma proposta sob medida.
O ciclo padrão do outdoor estático é a bissemana, de 14 dias. Front light, backlight e elevador costumam ser vendidos por mês ou por pacotes de 4 semanas. Para lembrança de marca, planeje pelo menos um mês seguido.
Depende do objetivo. O LED permite trocar a mensagem e dividir o espaço com outros anunciantes, então a sua peça aparece em rodízio. A lona fica 100% do tempo no ar com uma mensagem só. Para oferta que muda toda semana, LED. Para presença constante num ponto, lona ou front light.
Sim. Toda publicidade visível ao público na cidade precisa de licenciamento prévio do município. Ao contratar um exibidor, confirme que o ponto já está licenciado. Para letreiro ou painel na sua própria fachada, a licença é sua.
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