Leonardo Duarte
Marketing e Comunicação pelo IBMR-RJ, MBA em Tráfego Pago.
Agência completa, com estratégia avançada do plano ao anúncio. Menos promessa, mais entrega.
+200 matrículas em uma campanha para o Colégio Força MáximaResultado se mede. Toque e veja o case por trás de cada número.
Post bonito sem estratégia é lâmpada acesa de dia. Aqui cada peça tem um porquê, um público e um número para bater.
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Estratégia avançada, criação, mídia e tecnologia nas mãos de quem tem resultado comprovado. Os sócios lideram cada projeto de perto.
Marketing e Comunicação pelo IBMR-RJ, MBA em Tráfego Pago.
Publicidade pela ESPM, MBA em Gestão pela USP e base em mecatrônica.
Liderança comercial e gestão de três empresas.
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Os novos termos da Meta passam a valer em 20/11 e deixam com a empresa o risco do que a IA criar no anúncio. Veja o que muda e como revisar sua conta.
Toda empresa que anuncia no Facebook, no Instagram ou no WhatsApp vai passar a seguir novas regras. A Meta revisou os Termos Comerciais e os Termos de Anúncios de Autoatendimento. A data prevista era 30 de outubro, mas um porta-voz confirmou à Reuters, em 23 de outubro, que a entrada em vigor foi adiada para 20 de novembro de 2026, segundo o PPC Land. A empresa disse que precisa de mais tempo para explicar aos parceiros o que muda.
O adiamento mexeu só na data. O conteúdo que preocupa anunciantes continua lá.
Três pontos merecem atenção:
1. A IA erra, e o risco é seu. A prévia dos termos diz que os recursos de IA da Meta "podem cometer erros e nem sempre produzir resultados precisos, completos ou adequados". E que a empresa anunciante é a única responsável pelos riscos desses recursos e do conteúdo que eles geram, como mostrou a CIO.
2. Rastreamento de sites. Os termos preveem que a Meta pode rastrear sites ligados aos produtos e serviços do negócio.
3. Aceite automático. Não existe aceite parcial. Quem continuar usando a plataforma depois do aviso aceita as novas regras. Quem não concorda precisa parar de usar a Meta para fins comerciais.
Nos últimos meses, agências e marcas relataram casos de anúncios "melhorados" pela IA da Meta sem que ninguém tivesse ligado o recurso: textos traduzidos, imagens geradas, carrosséis montados automaticamente. Parte dessas opções fica em menus recolhidos no Gerenciador de Anúncios.
No Brasil, isso tem um peso extra. Pelo Código de Defesa do Consumidor, a publicidade obriga a empresa a cumprir o que foi anunciado (art. 30) e a publicidade enganosa é proibida (art. 37). Se a IA reescrever uma promessa, inventar um benefício ou mudar a forma de apresentar um preço, quem responde perante o cliente é a sua empresa. E, pelos novos termos, também perante a Meta.
Não é motivo para pânico nem para abandonar a plataforma. É motivo para saber exatamente o que está ligado na sua conta.
1. Revise as melhorias automáticas de criativo. A Meta afirma que é possível desligar cada recurso do Advantage+ no Gerenciador de Anúncios. Abra cada anúncio ativo, procure a seção de melhorias ou otimizações de criativo e confira opção por opção: geração de imagem, variações de texto, tradução, música, brilho e recorte. Deixe ligado só o que você aprovou.
2. Veja como o anúncio aparece de verdade. Use a pré-visualização em todos os posicionamentos (feed, Stories, Reels) e confira se texto e imagem são os que você subiu.
3. Crie uma regra interna para promessas. Preço, prazo, garantia e condição de pagamento só entram no anúncio do jeito que o jurídico ou o dono aprovou. Se a IA mexer nisso, desligue o recurso.
4. Guarde os criativos originais. Arquivo e data de cada peça aprovada. Se houver reclamação, você mostra o que foi enviado.
5. Leia a versão final dos termos. A prévia ainda pode mudar até a data. Acompanhe a página de termos da Meta e confira se a versão em português foi atualizada.
Quer que alguém revise sua conta antes da data? Faça o diagnóstico gratuito da Watts e a gente aponta quais recursos automáticos estão ligados nos seus anúncios.
Fontes: PPC Land, 23/10/2026 (com informações da Reuters) e CIO, 19/10/2026.
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