Leonardo Duarte
Marketing e Comunicação pelo IBMR-RJ, MBA em Tráfego Pago.
Agência completa, com estratégia avançada do plano ao anúncio. Menos promessa, mais entrega.
+200 matrículas em uma campanha para o Colégio Força MáximaResultado se mede. Toque e veja o case por trás de cada número.
Post bonito sem estratégia é lâmpada acesa de dia. Aqui cada peça tem um porquê, um público e um número para bater.
A gente mostra o que tem orgulho de assinar.
Posts reais que a Watts criou e publicou para as marcas.
Toque numa frente e veja o que entra.
Não sabe por onde começar? A gente monta a combinação certa.
Fazer diagnósticoCinco etapas ligadas na mesma corrente, do raio-x ao resultado medido.
Estratégia avançada, criação, mídia e tecnologia nas mãos de quem tem resultado comprovado. Os sócios lideram cada projeto de perto.
Marketing e Comunicação pelo IBMR-RJ, MBA em Tráfego Pago.
Publicidade pela ESPM, MBA em Gestão pela USP e base em mecatrônica.
Liderança comercial e gestão de três empresas.
Sua empresa precisa de um raio com ideias brilhantes e resultados reais!
Três toques. Um sócio responde no mesmo dia útil.
72% dos brasileiros aceitam que agentes de IA comprem por eles. Entenda o comércio agêntico e o que sua empresa precisa ajustar para ser encontrada.
Imagine pedir ao assistente do celular: "compra um tênis de corrida até R$ 400 que chegue até sexta". A IA pesquisa, compara, escolhe e paga. Isso tem nome: comércio agêntico. E o brasileiro está cada vez mais aberto a ele.
A segunda edição do Agentic Commerce Report, da Global Payments, ouviu 8.027 consumidores em sete países em maio de 2026. Os dados foram divulgados pelo Meio & Mensagem em 20 de outubro.
Um cuidado na leitura: 72% é disposição, não uso. Quem de fato já comprou com ajuda de um agente de IA ainda é perto de um em cada quatro. Mas a direção é clara, e as empresas que se prepararem antes saem na frente.
Hoje, o cliente procura no Google, olha o Instagram, lê avaliações e decide. No comércio agêntico, uma parte desse caminho passa a ser feita pela IA. E a IA só recomenda o que consegue encontrar e entender.
Ou seja: se as informações da sua empresa estão confusas, escondidas ou incompletas, você corre o risco de nem entrar na lista de opções.
1. Deixe o site claro. Produto ou serviço, preço, prazo de entrega, formas de pagamento, política de troca. Tudo em texto, fácil de achar, sem depender de imagem ou de "chama no direct". O que é claro para a IA costuma ser claro para o cliente também.
2. Complete seu cadastro no Google. Perfil da Empresa com horário, endereço, fotos e categorias certas. Quem vende produto online pode cadastrar o catálogo no Google Merchant Center. São fontes que os buscadores e assistentes consultam.
3. Cuide das avaliações. Peça avaliação a quem comprou e responda todas, inclusive as negativas. Reputação é um dos sinais que pesam na hora de recomendar uma loja.
4. Responda as dúvidas do cliente em conteúdo. Posts no blog, perguntas frequentes no site, páginas que explicam como o produto funciona. Esse tipo de conteúdo ajuda a IA a entender para quem a sua empresa serve.
Esse movimento conversa com o que o IAB Brasil chama de GEO, a otimização para buscadores com IA. Falamos disso no post sobre os guias de IA do IAB Brasil.
As preocupações com pagamento e privacidade mostram que segurança vai pesar na escolha. Site com certificado de segurança, meios de pagamento conhecidos e políticas fáceis de ler ajudam tanto o cliente quanto a IA que compra por ele.
Quer saber se o seu site está pronto para ser encontrado por pessoas e por IA? Faça o diagnóstico gratuito da Watts e receba os pontos que precisam de ajuste.
Fonte: Meio & Mensagem, 20/10/2026, com dados do Agentic Commerce Report, da Global Payments.
Em 2 minutos o diagnóstico mostra a nota da sua marca, o que trava e o que fazer primeiro.
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